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Por Victor Hugo
E que amando, também seja amado.
E que se não for, seja breve em esquecer.
E que esquecendo, não guarde mágoa.
Desejo, pois, que não seja assim,
Mas se for, saiba ser sem desesperar.
Desejo também que tenha amigos,
Que mesmo maus e inconseqüentes,
Sejam corajosos e fiéis,
E que pelo menos num deles
Você possa confiar sem duvidar.
E porque a vida é assim,
Desejo ainda que você tenha inimigos.
Nem muitos, nem poucos,
Mas na medida exata para que, algumas vezes,
Você se interpele a respeito
De suas próprias certezas.
E que entre eles, haja pelo menos um que seja justo,
Para que você não se sinta demasiado seguro.
Desejo depois que você seja útil,
Mas não insubstituível.
E que nos maus momentos,
Quando não restar mais nada,
Essa utilidade seja suficiente para manter você de pé.
Desejo ainda que você seja tolerante,
Não com os que erram pouco, porque isso é fácil,
Mas com os que erram muito e irremediavelmente,
E que fazendo bom uso dessa tolerância,
Você sirva de exemplo aos outros.
Desejo que você, sendo jovem,
Não amadureça depressa demais,
E que sendo maduro, não insista em rejuvenescer
E que sendo velho, não se dedique ao desespero.
Porque cada idade tem o seu prazer e a sua dor e
É preciso deixar que eles escorram por entre nós.
Desejo por sinal que você seja triste,
Não o ano todo, mas apenas um dia.
Mas que nesse dia descubra
Que o riso diário é bom,
O riso habitual é insosso e o riso constante é insano.
Desejo que você descubra ,
Com o máximo de urgência,
Acima e a respeito de tudo, que existem oprimidos,
Injustiçados e infelizes, e que estão à sua volta.
Desejo ainda que você afague um gato,Alimente um cuco e ouça o joão-de-barro
Erguer triunfante o seu canto matinal
Porque, assim, você sesentirá bem por nada.
Desejo também que você plante uma semente,
Por mais minúscula que seja,
E acompanhe o seu crescimento,
Para que você saiba de quantas
Muitas vidas é feita uma árvore.
Desejo, outrossim, que você tenha dinheiro,
Porque é preciso ser prático.
Eque pelo menos uma vez por ano
Coloque um pouco dele
Na sua frente e diga `Isso é meu`,
Só para que fique bem claro quem é o dono dequem.
Desejo também que nenhum de seus afetos morra,
Por ele e por você,
Mas que se morrer, você possa chorar
Sem se lamentar esofrer sem se culpar.
Desejo por fim que você sendo homem,
Tenha uma boa mulher,
E que sendo mulher,
Tenha um bom homem
Eque se amem hoje, amanhã e nos dias seguintes,
E quando estiverem exaustos e sorridentes,
Ainda haja amor para recomeçar.
E se tudo isso acontecer,
Não tenho mais nada a te desejar.
Victor Hugo
Correção... Não era vírus...
Vários dos usuários deixaram comentários que nunca tiveram problema nenhum, somente 2 pessoas dos vários comentários e emails que recebi me reportaram problemas, mas somente de alerta do anti-virus em seus computadores, nada além disso.
Alguns livros de dominio público para download
Abaixo você confere uma incrível lista com quase duas mil obras do site domínio público, classificados por popularidade (quantidade de downloads). É só escolher o livro, clicar no links e baixar à vontade!
- A Divina Comédia - Dante Alighieri
- Poemas de Fernando Pessoa - Fernando Pessoa
- A Comédia dos Erros - William Shakespeare
- Romeu e Julieta - William Shakespeare
- Mensagem - Fernando Pessoa
- Dom Casmurro - Machado de Assis
- Sonho de Uma Noite de Verão - William Shakespeare
- O Eu profundo e os outros Eus. - Fernando Pessoa
- A Cartomante - Machado de Assis
- Poesias Inéditas - Fernando Pessoa
- Cancioneiro - Fernando Pessoa
- A Megera Domada - William Shakespeare
- Tudo Bem Quando Termina Bem - William Shakespeare
- A Tragédia de Hamlet, Príncipe da Dinamarca - William Shakespeare
- A Carteira - Machado de Assis
- Dom Casmurro - Machado de Assis
- Do Livro do Desassossego - Fernando Pessoa
- Macbeth - William Shakespeare
- O pastor amoroso - Fernando Pessoa
- A Igreja do Diabo - Machado de Assis
- A Tempestade - William Shakespeare
- Livro do Desassossego - Fernando Pessoa
- O Mercador de Veneza - William Shakespeare
- Memórias Póstumas de Brás Cubas - Machado de Assis
- A Carta - Pero Vaz de Caminha
- Cancioneiro - Fernando Pessoa
- O Guardador de Rebanhos - Fernando Pessoa
- Trabalhos de Amor Perdidos - William Shakespeare
- Os Lusíadas - Luís Vaz de Camões
- A Carta de Pero Vaz de Caminha - Pero Vaz de Caminha
- Este mundo da injustiça globalizada - José Saramago
- A Carteira - Machado de Assis
- Conto de Inverno - William Shakespeare
- A Cartomante - Machado de Assis
- Muito Barulho Por Nada - William Shakespeare
- Poemas Traduzidos - Fernando Pessoa
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- Americanas - Machado de Assis
- Otelo, O Mouro de Veneza - William Shakespeare
- Júlio César - William Shakespeare
- A Cidade e as Serras - José Maria Eça de Queirós
- Rei Lear - William Shakespeare
- Poemas Inconjuntos - Fernando Pessoa
- O Alienista - Machado de Assis
- Antônio e Cleópatra - William Shakespeare
- A Causa Secreta - Machado de Assis
- A Esfinge sem Segredo - Oscar Wilde
- Kamasutra - Mallanâga Vâtsyâyana
- Poemas de Álvaro de Campos - Fernando Pessoa
- O Banqueiro Anarquista - Fernando Pessoa
- Arte Poética - Aristóteles
- A Ela - Machado de Assis
- A Volta ao Mundo em 80 Dias - Júlio Verne
- Auto da Barca do Inferno - Gil Vicente
- A Moreninha - Joaquim Manuel de Macedo
- Iracema - José de Alencar
- Adão e Eva - Machado de Assis
- Dom Casmurro - Machado de Assis
- Poemas em Inglês - Fernando Pessoa
- Édipo-Rei - Sófocles
- Iliada - Homero
- A Igreja do Diabo - Machado de Assis
- Odisséia - Homero
- Senhora - José de Alencar
- Poemas de Álvaro de Campos - Fernando Pessoa
- Poemas de Álvaro de Campos - Fernando Pessoa
- Poemas Selecionados - Florbela Espanca
- Ricardo III - William Shakespeare
- Alma Inquieta - Olavo Bilac
- As Alegres Senhoras de Windsor - William Shakespeare
- Catálogo de Autores Brasileiros com a Obra em Domínio Público - Fundação Biblioteca Nacional
- A Chinela Turca - Machado de Assis
- Auto da Barca do Inferno - Gil Vicente
- Os Maias - José Maria Eça de Queirós
- A Pianista - Machado de Assis
- A Escrava Isaura - Bernardo Guimarães
- Poemas de Ricardo Reis - Fernando Pessoa
- Iracema - José de Alencar
- Os Sertões - Euclides da Cunha
- Quincas Borba - Machado de Assis
- A Dama das Camélias - Alexandre Dumas
- Fausto - Johann Wolfgang von Goethe
- A Alma Encantadora das Ruas - João do Rio
- O Guarani - José de Alencar
- Primeiro Fausto - Fernando Pessoa
- O Cortiço - Aluísio Azevedo
- Pai Contra Mãe - Machado de Assis
- Poemas de Ricardo Reis - Fernando Pessoa
- Memórias Póstumas de Brás Cubas - Machado de Assis
- Sonetos – Luís Vaz de Camões
- Hamlet – William Shakespeare
- Contos Fluminenses - Machado de Assis
- Eu e Outras Poesias - Augusto dos Anjos
- A Vida Eterna - Machado de Assis
- O Primo Basílio - José Maria Eça de Queirós
- Canção do Exílio - Antônio Gonçalves Dias
- O Espelho - Machado de Assis
- Eu - Augusto dos Anjos
- A Herança - Machado de Assis
- A chave - Machado de Assis
- A Mulher de Preto - Machado de Assis
- Utopia - Thomas Morus
- Don Quixote. Vol. 1 - Miguel de Cervantes Saavedra
- Os Lusíadas - Luís Vaz de Camões
- Medida Por Medida - William Shakespeare
- A Segunda Vida - Machado de Assis
- Os Dois Cavalheiros de Verona - William Shakespeare
- A Mão e a Luva - Machado de Assis
- Adão e Eva - Machado de Assis
- A Mão e a Luva - Machado de Assis
- As Vítimas-Algozes - Joaquim Manuel de Macedo
- A Mensageira das Violetas - Florbela Espanca
- Memórias de um Sargento de Milícias - Manuel Antônio de Almeida
- O Primo Basílio - José Maria Eça de Queirós
- Astúcias de Marido - Machado de Assis
- Carta de Pero Vaz de Caminha. - Pero Vaz de Caminha
- Divina Comedia - Dante Alighieri
- O Crime do Padre Amaro - José Maria Eça de Queirós
- Amor de Perdição - Camilo Castelo Branco
- El Arte de la Guerra - Sun Tzu
- Helena - Machado de Assis
- Antes que Cases - Machado de Assis
- O Navio Negreiro - Antônio Frederico de Castro Alves
- Missa do Galo - Machado de Assis
- Esaú e Jacó - Machado de Assis
- Amor de Perdição - Camilo Castelo Branco
- O Alienista - Machado de Assis
- Coriolano - William Shakespeare
- A Causa Secreta - Machado de Assis
- Don Quixote - Miguel de Cervantes
- O Alienista - Machado de Assis
- A Desejada das Gentes - Machado de Assis
- Os Maias - José Maria Eça de Queirós
- Cartas D’Amor - José Maria Eça de Queirós
- A melhor das noivas - Machado de Assis
- A Desobediência Civil - Henry David Thoreau
- Tito Andrônico - William Shakespeare
- O triste fim de Policarpo Quaresma - Afonso Henriques de Lima Barreto
- Camões - Joaquim Nabuco
- Memórias Póstumas de Brás Cubas - Machado de Assis
- Noite na Taverna - Manuel Antônio Álvares de Azevedo
- O Crime do Padre Amaro - José Maria Eça de Queirós
- O Abolicionismo - Joaquim Nabuco
- Os Sertões - Euclides da Cunha
- Don Quijote - Miguel de Cervantes
- Aurora sem Dia - Machado de Assis
- Contos - José Maria Eça de Queirós
- A Mulher de Preto - Machado de Assis
- O Cortiço - Aluísio Azevedo
- Senhora - José de Alencar
- Schopenhauer - Thomas Mann
- Ficções do interlúdio: para além do outro oceano de Coelho Pacheco. - Fernando Pessoa
- Conto de Escola - Machado de Assis
- Amor com Amor se Paga - Joaquim José da França Júnior
- A Volta ao Mundo em Oitenta Dias - Júlio Verne
- Livro de Mágoas - Florbela Espanca
- A viúva Sobral - Machado de Assis
- Almas Agradecidas - Machado de Assis
- Cinco Minutos - José de Alencar
- As Primaveras - Casimiro de Abreu
- Outras Poesias - Augusto dos Anjos
- Anedota Pecuniária - Machado de Assis
- A Viuvinha - José de Alencar
- Anedota do Cabriolet - Machado de Assis
- A Sereníssima República - Machado de Assis
- Lucíola - José de Alencar
- A esfinge sem segredo - Oscar Wilde
- Papéis Avulsos - Machado de Assis
- Balas de Estalo - Machado de Assis
- Helena - Machado de Assis
- A última receita - Machado de Assis
- Catálogo de Publicações da Biblioteca Nacional - Fundação Biblioteca Nacional
- A Semana - Machado de Assis
- Antes da Missa - Machado de Assis
- A Princesa de Babilônia - Voltaire
- A Relíquia - José Maria Eça de Queirós
- Viagens de Gulliver - Jonathan Swift
- Sonetos e Outros Poemas - Manuel Maria de Barbosa du Bocage
- Memorial de Aires - Machado de Assis
- Don Quixote. Vol. 2 - Miguel de Cervantes Saavedra
- A mulher Pálida - Machado de Assis
- A Dama das Camélias - Alexandre Dumas
- O Cortiço - Aluísio Azevedo
- CHARNECA EM FLOR - Florbela Espanca
- Cartas D’Amor – O Efêmero Feminino - José Maria Eça de Queirós
- Obras Seletas - Rui Barbosa
- A Inglezinha Barcelos - Machado de Assis
- A Senhora do Galvão - Machado de Assis
- A Alma do Lázaro - José de Alencar
- A “Não-me-toques”! - Artur Azevedo
- A Carne - Júlio Ribeiro
- O Livro da Lei - Aleister Crowley
- Conjugo Vobis - Artur Azevedo
- Eterna Mágoa - Augusto dos Anjos
- A Parasita Azul - Machado de Assis
- Cândido - Voltaire
- A Desejada das Gentes - Machado de Assis
- A Carta - Pero Vaz de Caminha
- Carolina - Casimiro de Abreu
Download - Áudio - Book -O Evangelho Segundo o Espiritismo – Allan Kardec
Faça seu download aqui.Narrativa de “O Evangelho Segundo o espiritismo”, obra da codificação Kardekiana numa linguagem, em áudio mp3, acessível a todos.
O Evangelho Segundo o Espiritismo compõe-se de 28 capítulos, 27 dos quais dedicados à explicação das máximas de Jesus, sua concordância com o espiritismo e a sua aplicação ís diversas situações da vida.
O último capítulo (não presente neste release) apresenta uma coletânea de preces espíritas sem entretanto constituir um formulário absoluto, mas uma variante dos ensinamentos dos Espíritos e Verdade. Os ensinamentos que contém são adaptáveis a todas as pátrias, comunidades e raças.
É o código de princípios morais do Universo, que restabelece o ensino do Evangelho de Jesus, no seu verdadeiro sentido, isto é, em Espírito e Verdade. Sua leitura (audição) e estudo são imprescindíveis aos espíritas e a todos que se preocupam com a formação moral das criaturas, independente de crença religiosa.
É fonte inesgotável de sugestões para a construção de um Mundo de Paz e Fraternidade.
Os arquivos foram divididos em 6 partes independentes. Você pode escutar um enquanto baixa o outro.
Customização em latas de Nescau,molhos e etc...
- 1 lata
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- 1 esponja
- Tinta PVA caramelo
- Tinta PVA chocolate
- Tinta PVA marrom escuro
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- Fundo para tinta cinza
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- Cola quente
- Verniz
- Rolinho de espuma
Passo-a-passo
- Passe o fundo de tinta cinza na lata vazia.
- Pinte a lata com a tinta PVA caramelo
- Passe o rolinho com a tinta PVA chocolate
- Pegue a esponja, molhe na água, em seguida na tinta PVA marrom escuro e vá ¿batendo¿ na lata.
- Faça o mesmo com a tinta PVA marrom claro.
- Espera a tinta secar e passe o verniz na lata inteira.
- Pegue a cola quente, coloque um pingo na lata e cole a bonequinha na posição que preferir.
Vou fazer algumas e depois posto o resultado aqui, essa receita peguei desse blog.
Vocabulário da vida
É quando o coração que parte deixa a metade com quem fica.
Amigo:
É alguém que fica para ajudar quando todo mundo se afasta.
Amor ao próximo:
É quando o estranho passa a ser o amigo que ainda não abraçamos.
Caridade:
É quando a gente está com fome, só tem uma bolacha e reparte.
Ciúme:
É quando o coração fica apertado porque não confia em si mesmo.
Lágrima:
É quando o coração pede aos olhos que falem por ele.
Mágoa:
É um espinho que a gente coloca no coração e se esquece de retirar
Netos:
É quando deus tem pena dos avós e manda anjos para alegrá-los.
Orgulho:
É quando a gente é uma formiga e quer convencer os outros de que é um elefante.
Perdão:
É uma alegria que a gente dá e que pensava que jamais a teria.
Pessimismo:
É quando a gente perde a capacidade de ver em cores.
Paz:
É o prêmio de quem cumpre honestamente o dever.
Raiva:
É quando colocamos uma muralha no caminho da paz.
Simplicidade:
É o comportamento de quem começa a ser sábio.
Saudade:
É estando longe, sentir vontade de voar; e estando perto, querer parar o tempo.
Sexo:
É quando a gente ama tanto que tem vontade de morar dentro do outro.
Solidão:
É quando estamos cercados por pessoas, mas o coração não vê ninguém por perto.
Sinceridade:
É quando nos expressamos como se o outro estivesse do outro lado do espelho.
Ternura:
É quando alguém nos olha e os olhos brilham como duas estrelas.
Trecho do livro "O Homem que Veio da Sombra" (Luiz Gonzaga Pinheiro)
O tempo
Quando se vê, já são seis horas!
Quando de vê, já é sexta-feira!
Quando se vê, já é natal...
Quando se vê, já terminou o ano...
Quando se vê perdemos o amor da nossa vida.
Quando se vê passaram 50 anos!
Agora é tarde demais para ser reprovado...
Se me fosse dado um dia, outra oportunidade, eu nem olhava o relógio.
Seguiria sempre em frente e iria jogando pelo caminho a casca dourada e inútil das horas...
Seguraria o amor que está a minha frente e diria que eu o amo...
E tem mais: não deixe de fazer algo de que gosta devido à falta de tempo.
Não deixe de ter pessoas ao seu lado por puro medo de ser feliz.
A única falta que terá será a desse tempo que, infelizmente, nunca mais voltará.
Mário Quintana
Download - Áudio - Book -Para Gostar de Ler – Diversos autores
“Para gostar de ler” é o título de uma coleção de livros lançada no início da década de 1980 e que se compunha basicamente de crônicas escritas por alguns dos mais expressivos e ilustres escritores brasileiros. Rubem Braga, Paulo Mendes Campos, Fernando Sabino e Carlos Drummond de Andrade assinavam histórias deliciosas que ilustravam para os jovens leitores de então (entre os quais eu estava incluído) o cotidiano dos brasileiros de forma cômica, trágica, irônica, patética, melancólica…Me respondam...
Me visitem no Orkut!!!

Eu aprendi...
...que ter uma criança adormecida nos braços é um dos momentos mais pacíficos do mundo;
Eu aprendi...
...que ser gentil é mais importante do que estar certo;
Eu aprendi...
...que nunca se deve negar um presente a uma criança;
Eu aprendi...
...que eu sempre posso fazer uma prece por alguém quando não tenho a força para ajudá-lo de alguma outra forma;
Eu aprendi...
...que não importa quanta seriedade a vida exija de você, cada um de nós precisa de um amigo brincalhão para se divertir junto;
Eu aprendi...
...que algumas vezes tudo o que precisamos é de uma mão para segurar e um coração para nos entender;
Eu aprendi...
...que os passeios simples com meu pai em volta do quarteirão nas noites de verão quando eu era criança fizeram maravilhas para mim quando me tornei adulto;
Eu aprendi...
...que deveríamos ser gratos a Deus por não nos dar tudo que lhe pedimos;
Eu aprendi...
...que dinheiro não compra "classe";
Eu aprendi...
...que são os pequenos acontecimentos diários que tornam a vida espetacular;
Eu aprendi...
...que debaixo da "casca grossa" existe uma pessoa que deseja ser apreciada, compreendida e amada;
Eu aprendi...
...que Deus não fez tudo num só dia; o que me faz pensar que eu possa?
Eu aprendi...
...que ignorar os fatos não os altera;
Eu aprendi...
...que quando você planeja se nivelar com alguém, apenas esta permitindo que essa pessoa continue a magoar você;
Eu aprendi...
...que o AMOR, e não o TEMPO, é que cura todas as feridas;
Eu aprendi...
...que a maneira mais fácil para eu crescer como pessoa é me cercar de gente mais inteligente do que eu;
Eu aprendi...
...que cada pessoa que a gente conhece deve ser saudada com um sorriso;
Eu aprendi...
...que ninguém é perfeito até que você se apaixone por essa pessoa;
Eu aprendi...
...que a vida é dura, mas eu sou mais ainda;
Eu aprendi...
...que as oportunidades nunca são perdidas; alguém vai aproveitar as que você perdeu.
Eu aprendi...
...que quando o ancoradouro se torna amargo a felicidade vai aportar em outro lugar;
Eu aprendi...
...que devemos sempre ter palavras doces e gentis pois amanhã talvez tenhamos que engoli-las;
Eu aprendi...
...que um sorriso é a maneira mais barata de melhorar sua aparência;
Eu aprendi...
...que não posso escolher como me sinto, mas posso escolher o que fazer a respeito;
Eu aprendi...
...que todos querem viver no topo da montanha, mas toda felicidade e crescimento ocorre quando você esta escalando-a;
Eu aprendi...
...que só se deve dar conselho em duas ocasiões: quando é pedido ou quando é caso de vida ou morte;
Eu aprendi...
...que quanto menos tempo tenho, mais coisas consigo fazer.
Eterno
Um dia descobrimos que beijar uma pessoa para esquecer outra, é bobagem.Você não só não esquece a outra pessoa como pensa muito mais nela...
Um dia descobrimos que se apaixonar é inevitável...
Um dia percebemos que as melhores provas de amor são as mais simples...
Um dia percebemos que o comum não nos atrai...
Um dia saberemos que ser classificado como o "bonzinho" não é bom . .
Um dia perceberemos que a pessoa que nunca te liga é a que mais pensa em você...
Um dia percebemos que somos muito importante para alguém, mas não damos valor a isso...
Um dia percebemos como aquele amigo faz falta, mas ai já é tarde demais...
Enfim...
Um dia descobrimos que apesar de viver quase um século esse tempo todo não é suficiente para realizarmos todos os nossos sonhos, para dizer tudo o que tem que ser dito...
O jeito é: ou nos conformamos com a falta de algumas coisas na nossa vida ou lutar para realizar todas as nossas loucuras...
Quem não compreende um olhar tampouco compreenderá uma longa explicação."
Te Amo Amigo.........!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Download - Áudio - Book - O Ano do Pensamento Mágico

Crônica do Amor
O amor não é chegado a fazer contas, não obedece à razão. O verdadeiro amor acontece por empatia, por magnetismo, por conjunção estelar.
Ninguém ama outra pessoa porque ela é educada, veste-se bem e é fã do Caetano. Isso são só referenciais.
Ama-se pelo cheiro, pelo mistério, pela paz que o outro lhe dá, ou pelo tormento que provoca.
Ama-se pelo tom de voz, pela maneira que os olhos piscam, pela fragilidade que se revela quando menos se espera.
Você ama aquela petulante. Você escreveu dúzias de cartas que ela não respondeu, você deu flores que ela deixou a seco.
Você gosta de rock e ela de chorinho, você gosta de praia e ela tem alergia a sol, você abomina Natal e ela detesta o Ano Novo, nem no
ódio vocês combinam. Então?
Então, que ela tem um jeito de sorrir que o deixa imobilizado, o beijo dela é mais viciante do que LSD, você adora brigar com ela e ela adora implicar com você. Isso tem nome.
Você ama aquele cafajeste. Ele diz que vai e não liga, ele veste o primeiro trapo que encontra no armário. Ele não emplaca uma semana nos empregos, está sempre duro, e é meio galinha. Ele não tem a
menor vocação para príncipe encantado e ainda assim você não consegue despachá-lo.
Quando a mão dele toca na sua nuca, você derrete feito manteiga. Ele toca gaita na boca, adora animais e escreve poemas. Por que você ama
este cara?
Não pergunte pra mim; você é inteligente. Lê livros, revistas, jornais. Gosta dos filmes dos irmãos Coen e do Robert Altman, mas sabe que uma boa comédia romântica também tem seu valor.
É bonita. Seu cabelo nasceu para ser sacudido num comercial de xampu e seu corpo tem todas as curvas no lugar. Independente, emprego fixo, bom saldo no banco. Gosta de viajar, de música, tem loucura
por computador e seu fettucine ao pesto é imbatível.
Você tem bom humor, não pega no pé de ninguém e adora sexo. Com um currículo desse, criatura, por que está sem um amor?
Ah, o amor, essa raposa. Quem dera o amor não fosse um sentimento, mas uma equação matemática: eu linda + você inteligente = dois apaixonados.
Não funciona assim.
Amar não requer conhecimento prévio nem consulta ao SPC. Ama-se justamente pelo que o Amor tem de indefinível.
Honestos existem aos milhares, generosos têm às pencas, bons motoristas e bons pais de família, tá assim, ó!
Mas ninguém consegue ser do jeito que o amor da sua vida é! Pense nisso. Pedir é a maneira mais eficaz de merecer. É a contingência maior de quem precisa.
BILHETE
Não o grites de cima dos telhados
Deixa em paz os passarinhos
Deixa em paz a mim!
Se me queres,
enfim,
tem de ser bem devagarinho, Amada,
que a vida é breve, e o amor mais breve ainda...
Mário Quintana
A marca que você deixa nas pessoas
Então, um dia eu descobri que dentro daquele objeto maravilhoso morava uma pessoa legal. O nome dela era "Uma informação, por favor" e não havia nada que ela não soubesse.
"Uma informação, por favor" poderia fornecer qualquer numero de telefone e ate a hora certa.
Minha primeira experiência pessoal com esse gênio-na-garrafa veio num dia em que minha mãe estava fora, na casa de um vizinho. Eu estava na garagem mexendo na caixa de ferramentas quando bati em meu dedo com um martelo.
A dor era terrível mas não havia motivo para chorar, uma vez que não tinha ninguém em casa para me oferecer a sua simpatia.
Eu andava pela casa, chupando o dedo dolorido ate que pensei:
- O telefone!
Rapidamente fui até o porão, peguei uma pequena escada que coloquei em frente à cômoda da sala.
Subi na escada, tirei o fone do gancho e segurei contra o ouvido. Alguém atendeu e eu disse:
-"Uma informação, por favor".
Ouvi uns dois ou três cliques e uma voz suave e nítida falou em meu ouvido.
- "Informações."
- "Eu machuquei meu dedo...", disse, e as lágrimas vieram facilmente, agora que eu tinha audiência. "A sua mãe não está em casa?", ela perguntou.
- "Não tem ninguém aqui...", eu soluçava. "Está sangrando?"
- "Não", respondi. "Eu machuquei o dedo com o martelo, mas ta doendo..."
- "Você consegue abrir o congelador?", ela perguntou. Eu respondi que sim.
- "Então pegue um cubo de gelo e passe no seu dedo", disse a voz.
Depois daquele dia, eu ligava para "Uma informação, por favor" por qualquer motivo.
Ela me ajudou com as minhas dúvidas de geografia e me ensinou onde ficava a Filadélfia. Ela me ajudou com os exercícios de matemática.
Ela me ensinou que o pequeno esquilo que eu trouxe do bosque deveria comer nozes e frutinhas. Então, um dia, Petey, meu canário, morreu. Eu liguei para "Uma informação, por favor" e contei o ocorrido.
Ela escutou e começou a falar aquelas coisas que se dizem para uma criança que está crescendo. Mas eu estava inconsolável.
Eu perguntava: "Por que é que os passarinhos cantam tão lindamente e trazem tanta alegria pra gente para, no fim, acabar como um monte de penas no fundo de uma gaiola?"
Ela deve ter compreendido a minha preocupação, porque acrescentou mansamente:
-"Paul, sempre lembre que existem outros mundos onde a gente pode cantar também..." De alguma maneira, depois disso eu me senti melhor.
No outro dia, lá estava eu de novo. "Informações.", disse a voz já tão familiar. "Você sabe como se escreve 'exceção'?"
Tudo isso aconteceu na minha cidade natal ao norte do Pacifico. Quando eu tinha 9 anos, nós nos mudamos para Boston. Eu sentia muita falta da minha amiga.
"Uma informação, por favor" pertencia aquele velho aparelho telefônico preto e eu não sentia nenhuma atração pelo nosso novo aparelho telefônico branquinho que ficava na nova cômoda na nova sala.
Conforme eu crescia, as lembranças daquelas conversas infantis nunca saiam da minha memória. Freqüentemente, em momentos de duvida ou perplexidade, eu tentava recuperar o sentimento calmo de segurança que eu tinha naquele tempo.
Hoje eu entendo como ela era paciente, compreensiva e gentil ao perder tempo atendendo as ligações de um menininho.
Alguns anos depois, quando estava indo para a faculdade, meu avião teve uma escala em Seattle. Eu teria mais ou menos meia hora entre os dois vôos.
Falei ao telefone com minha irmã, que morava lá, por 15 minutos. Então, sem nem mesmo sentir que estava fazendo isso, disquei o número da operadora daquela minha cidade natal e pedi:
- "Uma informação, por favor."
Como num milagre, eu ouvi a mesma voz doce e clara que conhecia tão bem, dizendo:
-"Informações." Eu não tinha planejado isso, mas me peguei perguntando:
- "Você sabe como se escreve 'exceção'?"
Houve uma longa pausa. Então, veio uma resposta suave: "Eu acho que o seu dedo já melhorou, Paul."
Eu ri. "Então, é você mesma!", eu disse. "Você não imagina como era importante para mim naquele tempo."
- "Eu imagino", ela disse. "E você não sabe o quanto significavam para mim aquelas ligações.
Eu não tenho filhos e ficava esperando todos os dias que você ligasse."
Eu contei para ela o quanto pensei nela todos esses anos e perguntei se poderia visitá-la quando fosse encontrar a minha irmã.
- "É claro!", ela respondeu. "Venha até aqui e chame a Sally."
Três meses depois eu fui a Seattle visitar minha irmã.
Quando liguei, uma voz diferente respondeu:
"Informações."
Eu pedi para chamar a Sally. - "Você é amigo dela?", a voz perguntou.
- "Sou, um velho amigo. O meu nome é Paul."
- "Eu sinto muito, mas a Sally estava trabalhando aqui apenas meio período porque estava doente.Infelizmente, ela morreu há cinco semanas."
Antes que eu pudesse desligar, a voz perguntou:
- "Espere um pouco. Você disse que o seu nome é Paul?
- "Sim."
- "A Sally deixou uma mensagem para você. Ela escreveu e pediu para eu guardar caso você ligasse. Eu vou ler pra você."
A mensagem dizia: "Diga à ele que eu ainda acredito que existem outros mundos onde a gente pode cantar também.
Ele vai entender." Eu agradeci e desliguei. Eu entendi...
NUNCA SUBESTIME A "MARCA" QUE VOCÊ DEIXA NAS PESSOAS
AS BOAZINHAS QUE ME PERDOEM
com tempo, pode-se listar aqui uns 700: mulher adora que verbalizem
seus atributos, sejam eles físicos ou morais.
Diga que ela é uma mulher inteligente e ela irá com a sua cara.
Diga que ela tem um ótimo caráter,além do corpo que é uma provocação, e ela decorará o seu número.
Fale do seu olhar, da sua pele, do seu sorriso, da sua presença de espírito,da sua aura de mistério, de como ela tem classe: ela achará você muito observador e lhe dará uma cópia da chave de casa.
Mas não pense que o jogo está ganho: manter-se no cargo vai depender de sua perspicácia para encontrar novas qualidades nessa mulher poderosa, absoluta.
Diga que ela cozinha melhor que a sua mãe, que ela tem uma voz que faz você pensar obscenidades, que ela é um avião no mundo dos negócios.
Fale sobre sua competência, seu senso de oportunidade, seu bom gosto musical. Agora, quer ver o mundo cair? Diga que ela é muito boazinha.
Descreva aí uma mulher boazinha. Voz fina, roupas pastéis, calçados rentes ao chão. Aceita encomendas de doces, contribui para a igreja, cuida dos sobrinhos nos finais de semana. Disponível, serena, previsível, nunca foi vista negando um favor. Nunca teve um chilique. Nunca colocou os pés num show de rock. É queridinha. Pequeninha. Educadinha. Enfim, uma mulher boazinha.
Fomos boazinhas por séculos. Engolíamos tudo e fingíamos não ver nada, ceguinhas. Vivíamos no nosso mundinho, rodeadas de panelinhas e nenezinhos. A vida feminina era esse frege: bordados, paredes brancas, crucifixo em cima da cama, tudo certinho. Passamos um tempão assim, comportadinhas, enquanto íamos alimentando um desejo incontrolável de virar a mesa. Quietinhas, mas inquietas.
Até que chegou o dia em que deixamos de ser as coitadinhas.
Ninguém mais fala em namoradinhas do Brasil: somos atrizes, estrelas, profissionais. Adolescentes não são mais brotinhos: são garotas da geração teen. Ser chamada de patricinha é ofensa moral. Pitchulinha é coisa de retardada. Quem gosta de diminutivos, definha.
Ser boazinha não tem nada a ver com ser generosa. Ser boa é bom, ser boazinha é péssimo. As boazinhas não têm defeitos. Não têm atitude. Conformam-se com a coadjuvância.
Ph neutro. Ser chamada de boazinha, mesmo com a melhor das intenções, é o pior dos desaforos.
Mulheres bacanas, complicadas, batalhadoras, persistentes, ciumentas, apressadas, é isso que somos hoje. Merecemos adjetivos velozes, produtivos, enigmáticos. As inhas não moram mais aqui. Foram pro espaço, sozinhas.
Martha Medeiros.
Download - Áudio - Book - Diana

Um conto de fadas da vida real, terminado em drama. Aqui você ouvirá a biografia definitiva de Lady Diana, uma das maiores personalidades do século XX. Escrita pela jornalista Tina Brown, esta polêmica versão narra a trajetória da princesa do povo após uma pesquisa com mais de 200 entrevistas e mostra sua infância, seu casamento e seus casos, chegando até momentos antes de sua morte, em 1997. Plugue-se nessa história!
Sobre a Autora : Tina Brown é uma das pioneiras do jornalismo de celebridades. Foi editora das revistas Vanity Fair e The New Yorker. Famosa e carismática, vive em Nova York com o marido, sir Harold Evans, e os dois filhos do casal.
Download - Áudio - Book - Muito além do segredo

É possível acreditar em Deus e na lei da atração ao mesmo tempo? E se essa lei, citada no best-seller O Segredo, de fato funciona, por que não é mencionada na Bíblia? Ou será que ela está lá, em algum lugar? Algumas das respostas que você vai ouvir poderão surpreendê-lo, mas, para Ed Gungor, definitivamente existe algo “muito além do segredo” que precisa ser levado em conta: Deus! Plugue-se nesse conceito!
Câncer de Ovário
Fatores de Risco
Fatores hormonais, ambientais e genéticos estão relacionados com o aparecimento do câncer de ovário. Cerca de 90% dos cânceres de ovário são esporádicos, isto é, não apresentam fator de risco reconhecido. Cerca de 10% dos cânceres de ovário apresentam um componente genético ou familiar. História familiar é o fator de risco isolado mais importante.
A presença de cistos no ovário, bastante comum entre as mulheres, não deve ser motivo para pânico. O perigo só existe quando eles são maiores que 10cm e possuem áreas sólidas e líquidas. Nesse caso, quando detectado o cisto, a cirurgia é o tratamento indicado.
Prevenção
As mulheres devem estar atentas aos fatores de risco e consultar regularmente o seu médico, principalmente as mulheres acima de 50 anos. O chamado exame preventivo ginecológico (Papanicolaou) não detecta o câncer de ovário, já que é específico para detectar o câncer do colo do útero.
Marcadores Tumorais
Marcadores tumorais são substâncias detectadas no exame de sangue e que aumentariam na presença de tumores malignos. No caso do ovário estas seriam o CA 125, a Alfa-feto-proteina e o beta-HCG. Estes marcadores tem baixa especificidade com grande número de falsos positivos. Os marcadores são muito úteis no seguimento da paciente com câncer de ovário, porém pouco confiáveis para o diagnóstico inicial. O CA 125, por exemplo, pode estar elevado em doenças benignas como o mioma uterino ou a endometriose.
Tratamento
Diversas modalidades terapêuticas podem ser oferecidas (cirurgia, radioterapia e quimioterapia). A escolha vai depender principalmente do tipo histológico do tumor, do estagiamento clínico e/ou cirúrgico do tumor, da idade e das condições clínicas do paciente e se o tumor é inicial ou recorrente. Se a doença for detectada no início - especialmente nas mulheres mais jovens - é possível remover somente o ovário afetado.
Download - Livro Como Fazer Amigos e Influenciar Pessoas Como Fazer Amigos e Influenciar Pessoas

Download - Vídeo-aula - Geografia Mundial

Neste DVD da série “Vestibulando Digital – Geografia – Geografia Mundial”, serão abordados os temas de Geografia e Geopolítica Mundial que mais caem nos Vestibulares. Todas as aulas são dadas pelo professor Claudinei Perencin, graduado em Geografia na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP, professor há 17 anos e com experiência no ensino de Geografia para alunos do ensino fundamental, médio e cursos pré-vestibulares.
01. Sistemas Econômicos
02. México e América Central
03. Américas Andina e Platina
04. América Anglo – Saxônica
05. Europa – Quadro Natural e Humano
06. Europa – Economia e Geopolítica
07. CEI
08. Japão
09. Ásia de Monções
10. Oriente Médio
12. África: Quadro Natural e Humano
13. África: Quadro Econômico e Político
14. Oceania
15. Problemas Ambientais.
Download - Quadrinhos - Turma da Mônica Jovem – Edição 15

Esta é a Turma da Mônica Jovem e uma nova saga vai começar! Não é no espaço! Nem em dimensões mágicas! Desta vez o perigo nasce no lugar mais misterioso do universo da mente humana. Quando os monstros internos das pessoas começam a atacar o mundo real, a galera precisa enfrentar seus próprios defeitos. E vão precisar da ajuda de um certo professor muito experiente em loucura…
Essa edição trouxe uma novidade. O miolo, algumas páginas do miolo ganharam tons de azul e vermelho, que vão ajudar na narrativa. Também tem uma surpresa no enredo que vai agradar as meninas românticas de plantão. Para saber qual é, só lendo.
Turma da Mônica Jovem – Edição 15 – Monstros do ID – Parte 01
Download - Livro Pais Brilhantes , Professores Fascinantes
Faça seu download aqui.Doidas e Santas
Eu só conheço mulher louca. Pense em qualquer uma que você conhece e me diga se ela não tem ao menos três dessas qualificações: exagerada, dramática, verborrágica, maníaca, fantasiosa, apaixonada, delirante. Pois então. Também é louca. E fascina a todos.
Nossa insanidade tem nome: chama-se Vontade de Viver até a Última Gota.
Só as cansadas é que se recusam a levantar da cadeira para ver quem está chamando lá fora. E santa, fica combinado, não existe. Uma mulher que só reze, que tenha desistido dos prazeres da inquietude, que não deseje mais nada? Você vai concordar comigo: só se for louca de pedra.



